Notas da palavra-chave

Resumo da EMV

Tema: Palavras-chave principais e transversais 🌟 · PĂĄgina 5 de 22

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O Evangelho como me foi revelado

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Jesus estĂĄ sozinho em JerusalĂ©m. Maria viu-o a olhar numa determinada direção, mas a visĂŁo foi muito breve. A visĂŁo recomeça mais tarde e a mĂ­stica descobre o interior do Templo. Estavam lĂĄ doutores da Lei, incluindo Gamaliel, Hillel e Shammai, que discutiam a profecia de David e do Messias. Os dois primeiros defendiam que o Salvador jĂĄ estava na Terra, enquanto o outro afirmava que a escravatura de Israel sĂł tinha aumentado e que "a paz que deveria ser trazida por aquele a quem os profetas chamam 'o PrĂ­ncipe da Paz' estĂĄ longe de reinar sobre o mundo". Jesus intervĂ©m e declara que Gamaliel tem razĂŁo. Perguntam-lhe em que Ă© que se baseiam e, durante algum tempo, as personagens falam da Natividade e do massacre dos Inocentes. Depois, Hillel pergunta de onde vem a sabedoria do rapaz e querem examinĂĄ-lo devidamente. É-lhe dado um pergaminho e surge o tema do Precursor. Jesus diz que ele jĂĄ estĂĄ na terra e que em breve precederĂĄ Cristo. AlĂ©m disso, o Filho de JosĂ© profetiza sobre o Reino de Deus e a realeza de Cristo, que Ă© inteiramente espiritual. Disse mesmo que o santuĂĄrio de Deus nĂŁo seria mais cortado e destruĂ­do, e Hillel compreendeu as suas palavras citando outra passagem do livro de Ageu.

Gamaliel fala-lhe entĂŁo da Paz de que fala o profeta e Jesus responde-lhe com as palavras do GlĂłria: "Paz aos homens de boa vontade". Mas Israel nĂŁo tem essa boa vontade, pelo que nĂŁo terĂĄ a Paz e rejeitarĂĄ o seu Messias. Por fim, Jesus regressa de novo ao Precursor, na sequĂȘncia de uma observação de Shammai, dizendo que ele precederĂĄ em breve o Cristo. Termina dizendo que, se todos fossem como Hillel, a salvação chegaria a Israel. Hillel oferece-se para ficar com ele, mas o Menino diz que deve permanecer na solidĂŁo. E assim termina a visĂŁo.

Maria explica então como soube quem eram Hillel e Gamaliel (graças à voz do seu conselheiro interior). Por fim, Jesus då um ditado sobre a recuperação de Jesus e Maria no Templo e a dor de Maria e José. Volta à famosa pergunta: "Meu filho, porque nos fizeste isto?"

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O Evangelho como me foi revelado

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Maria vĂȘ o banco do carpinteiro em NazarĂ©. Jesus estĂĄ a trabalhar lĂĄ. Maria chega e chama o seu Filho: entram num quarto onde JosĂ© estĂĄ a morrer. Jesus aproxima-se do seu pai, tenta reanimĂĄ-lo e faz com que a sua MĂŁe se sente. Depois reza ao lado do moribundo e conforta-o. JosĂ© morre tranquilamente nos seus braços, rodeado pelo seu Filho e pela sua SantĂ­ssima Esposa.

Jesus faz então um ditado e insiste no sofrimento de Maria naquele momento, porque ela amava verdadeiramente o seu José. Para encontrar força nesta prova e para dar o seu fiat, ela agarra-se a Jesus. Também ela se agarra a Deus na hora da provação.

Jesus convida-nos a fazer o mesmo e a invocĂĄ-lo na hora da nossa morte, porque, entre as suas meias, ela perde toda a sua dureza. Jesus disse por todos nĂłs: "Senhor, nas tuas mĂŁos entrego o meu espĂ­rito", por todos aqueles que morrem a pensar nele, para que as nossas agonias sejam aliviadas.

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O Evangelho como me foi revelado

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Maria då uma lição a Maria e regressa ao Evangelho da Infùncia. Detém-se nos milagres discretos que pontuaram a sua vida oculta. A Virgem volta também ao desenvolvimento espiritual do seu esposo, depois declara que as visÔes foram dadas em função das necessidades de Maria, porque ela não suportava ver certas coisas, e o Céu não é cruel: actua para nos consolar, não para nos assustar.

Maria detém-se sobre os presentes dos Magos, que desapareceram como a neve no Egito, e que mal lhes permitiram restabelecer a casa e a oficina em Nazaré. A Sagrada Família não ganhou bens materiais graças a Jesus, mas tudo o que importava a José e Maria era conservar o seu tesouro, Cristo.

A Virgem continua a encorajar Maria, porque ela estĂĄ a passar por um grande sofrimento, e declara que o martĂ­rio "nĂŁo estĂĄ na forma da tortura, mas na constĂąncia com que o mĂĄrtir a suporta". Devemos vivĂȘ-lo em Deus e pedir a sua ajuda, porque o que nĂłs nĂŁo podemos fazer, ele farĂĄ em nĂłs...

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O Evangelho como me foi revelado

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Jesus prepara-se para deixar Nazaré. Maria estå claramente angustiada. O Filho come e, depois de ter a mala pronta, Maria isola-se por um momento. Jesus vai ter com ela e verifica-se que ela estå a chorar na oficina de José. Jesus fala com ela e vão os dois para o jardim, onde Jesus lhe då as suas recomendaçÔes. Depois, rezam juntos o Pai-Nosso, para se apoiarem em Deus nesta hora de provação. Jesus parte, deixando a sua Mãe em Nazaré.

Cristo faz entĂŁo um ditado e fala do sofrimento de Maria apĂłs a separação de Cristo. Por um momento, diz porque estĂĄ a dar a Obra e como dĂĄ as liçÔes. Depois declara que esta visĂŁo se aplica a todos aqueles que tĂȘm de passar por uma renĂșncia dolorosa e deixar a sua famĂ­lia. Esta lição Ă© para pais e filhos.

Maria sofreu a dor de se separar do seu Filho, mas nĂŁo se revoltou contra a Vontade de Deus. Chorou - mas quem nĂŁo teria chorado ao adivinhar o sofrimento do seu Filho? Ela sabia que os seus parentes estavam cheios de senso comum humano e que nĂŁo compreenderiam a partida nem a pregação de Cristo. Ela sabia que o seu Filho iria encontrar hostilidade durante o seu ministĂ©rio. TambĂ©m ela chorou, sofreu e reparou por todas as mĂŁes que tĂȘm de separar-se dos seus filhos. As lĂĄgrimas da MĂŁe e o Sangue de Jesus Cristo fortalecem aqueles que tĂȘm de dar provas de heroĂ­smo, e fortalecem sobretudo as almas consagradas e as almas vĂ­timas.

Na hora da provação, Maria reza com Jesus. O sofrimento não a impediu de rezar, pelo contrårio. E Jesus diz-nos que devemos rezar sempre com ele, porque é Jesus que nos justifica.

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O Evangelho como me foi revelado

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João baptiza no Jordão. Maria ouve-o pregar à multidão. Entretanto, Jesus chegou de uma forma muito simples, sem se mostrar ao seu precursor. Mas o Precursor parece pressentir algo e vira-se para o primo. Vai imediatamente ter com o seu Senhor e proclama que ele é o Cordeiro de Deus. Tudo se passa então como nos diz o Evangelho. Jesus då então um ditado, dizendo que João não precisa de sinais. No entanto, houve uma série de manifestaçÔes de Cristo, para que a sua natureza de Homem-Deus não pudesse ser negada pelos seus contemporùneos.

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O Evangelho como me foi revelado

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Jesus estĂĄ no deserto e Ă© tentado por SatanĂĄs. Primeiro, o Diabo fala-lhe da mulher, mas vĂȘ que as suas palavras nĂŁo tĂȘm efeito e tenta fazer com que Jesus se curve, falando-lhe de pĂŁo. Jesus responde-lhe como no Evangelho, depois vem a tentação de ir ao Templo e a tentação de adorar SatanĂĄs, para ganhar poder. O Salvador responde que o Senhor Deus Ă© que deve ser adorado, e o DemĂłnio desaparece com um rugido de raiva. Os anjos aparecem entĂŁo para servir o Messias.

Jesus faz então um ditado e regressa ao aspeto simpåtico de Satanås. Se a alma não tiver cuidado, pode cair nas suas armadilhas. Cristo explica que, primeiro, ele usa a atração carnal e a cobiça para tentar os filhos de Deus; depois, trabalha contra o lado moral (orgulho) e o espírito, tirando-lhes o amor e o temor de Deus.

O Mestre mostra como se comportava: pelo silĂȘncio e pela oração. NĂŁo vale a pena discutir com SatanĂĄs, porque ele Ă© mais forte do que nĂłs na dialĂ©tica. "SĂł Deus o pode vencer", por isso podemos usar a Palavra de Deus para nos defendermos, porque ele nĂŁo a pode suportar.

Depois da tentação vem a vitĂłria, pois os anjos nos servem, derramando sobre nĂłs graças e bĂȘnçãos. Temos de ter vontade de vencer SatanĂĄs e ter fĂ© na ajuda de Deus e na oração.

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O Evangelho como me foi revelado

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Jesus estĂĄ a caminhar perto do vau do JordĂŁo. Passa por ele um grupo de pessoas, entre as quais JoĂŁo e Tiago de Zebedeu. Foi JoĂŁo que reparou no Mestre e foi naturalmente ao seu encontro, enquanto o seu irmĂŁo o seguia. Este saĂșda-o chamando-lhe o Cordeiro de Deus. Jesus pergunta-lhe quem Ă© que ele procura e o Amado responde que procura o Mestre. Sabe-o porque JoĂŁo Batista lho disse, e chama-lhe Cordeiro porque ouviu o Precursor chamar-lhe assim. JoĂŁo Batista estĂĄ agora preso e eles jĂĄ nĂŁo tĂȘm o seu guia. No entanto, JoĂŁo apresenta-se a si prĂłprio e a Tiago. Pergunta onde vive Jesus e Jesus diz-lhes que quem o seguir terĂĄ de deixar tudo: "a casa, os pais, a maneira de pensar e atĂ© a vida". Ele nĂŁo Ă© um homem rico e Ă© preciso renascer espiritualmente em Deus para o seguir. No entanto, os dois homens querem segui-lo e Jesus aceita o seu pedido.

De seguida, Cristo dĂĄ dois ditados. O primeiro diz respeito Ă  pureza e Ă  virgindade, incluindo a virgindade consagrada. Explica que "hĂĄ vĂĄrias maneiras de ser virgem" e volta ao tema dos que fazem votos ao Senhor. Se as almas fazem um voto, mas cedem Ă  sensualidade (mesmo a do pensamento), sĂŁo apenas meio virgens.

O Mestre volta entĂŁo Ă  sua prĂłpria tentação no deserto e Ă  sensualidade que o DemĂłnio lhe propĂŽs. Depois, detĂ©m-se sobre os puros, que vĂȘem Deus. Por fim, centra-se em JoĂŁo, que Ă© o Puro entre os discĂ­pulos, e que foi o seu primeiro discĂ­pulo.

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O Evangelho como me foi revelado

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João estå junto ao lago, em Betsaida. Tiago estå com ele. Chamou Pedro e André, que regressavam à margem, pois estavam num barco. Quando se aproximam, André pergunta-lhes porque não vieram e João pergunta-lhes porque não foram com eles ver o Mestre. Pedro resmungou; não estava nada convencido de que era o Cristo, mas João insistiu; disse mesmo que era o Messias e que sabia tudo. Tiago interveio e repetiu-lhe as palavras de Jesus; João interveio e Pedro mudou de ideias como nós gostamos: quis ir ver o Senhor. Até repreendeu André por não ter ido com eles, apesar de ter visto Cristo no batismo de João. Puseram tudo no lugar e partiram, mas de repente Pedro ficou preocupado: se Jesus soubesse tudo, saberia que Simão quase lhe tinha chamado mentiroso. Mas João tranquilizou-o e disse que o Salvador era muito bom. Até lhe disse que Jesus jå sabia como ele tinha reagido ontem à noite e que o estava a encorajar a vir, porque era um homem de boa vontade.

Pedro ficou contente e perguntou por Jesus. Ficou a saber que ele era um artesão de Nazaré e que, quando João e Tiago lhe queriam dar moedas, como era costume, ele as dava diretamente aos pobres. Isto tranquilizou ainda mais o bom Simão, que quis ir ver o Messias.

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O Evangelho como me foi revelado

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Maria vĂȘ JoĂŁo de Zebedeu. Ele vĂȘ o Mestre e chama-o. Os dois homens conversam. Jesus estava a rezar e a pensar no que ia dizer na sinagoga, mas vendo espiritualmente que JoĂŁo o procurava, foi ao seu encontro. O filho de Zebedeu perguntou-lhe se Jesus o amava e Cristo voltou a perguntar-lhe. JoĂŁo disse-lhe que o amava muito e que a sua alma andava sempre Ă  procura dele. Quando o Salvador lhe pergunta o que faria se tivesse de deixar o seu pai, a sua mĂŁe, os seus irmĂŁos e irmĂŁs, bem como a sua vida, a sua mulher e o seu amor, JoĂŁo responde-lhe que o amor de Cristo substitui o seu pai, a sua mĂŁe, os seus irmĂŁos, a sua irmĂŁ e a sua mulher. Quando Jesus fala da sua morte, JoĂŁo nĂŁo quer que isso aconteça de todo e pede-lhe autorização para amar o seu Senhor. Jesus dĂĄ-lhe essa autorização. O irmĂŁo de Tiago fica feliz.

Depois falam de AndrĂ© e de Pedro, e Jesus vai Ă  sinagoga. No caminho, conforta o menino Tiago, que estĂĄ prestes a chorar por ter corrido demasiado depressa. Falam brevemente sobre as crianças no Êxodo e sobre o Limbo, e o rapaz recebe a promessa de que irĂĄ diretamente para o CĂ©u quando morrer, se for bom. Isto dĂĄ a JoĂŁo a oportunidade de perguntar ao Mestre sobre a sua ascendĂȘncia. Ele confirma que nĂŁo tem sobrinhos, irmĂŁos ou irmĂŁs, apenas primos e a sua mĂŁe. Finalmente, Jesus vai pregar na sinagoga.

LĂȘ um excerto do livro de Jeremias e dirige-se ao povo de Israel, que chora por causa da ocupação estrangeira. Alguns dizem que ainda tĂȘm o Templo, mas o Senhor recorda-lhes que a oração sĂł Ă© santa se tivermos amor ao prĂłximo. Os ricos que fazem grandes ofertas mas tĂȘm um coração duro nĂŁo sĂŁo aceites por Deus. Por isso, Cristo pede-lhes que tenham boa vontade, que sejam sinceros e bons. Lembra-nos que a Lei Ă© simples, se dermos aos Mandamentos a luz do amor. Depois de aludir Ă  Eucaristia, encoraja as almas a amar.

Quando termina, volta para junto de Pedro e André. Jesus descreve o caråcter de Pedro: é um homem que deve abster-se de julgar sem se informar previamente, mas reconhece sinceramente as suas faltas. O Mestre pergunta também a André porque é que não veio mais cedo, e Pedro confessa que foi ele que o atrasou. O pescador admite também as suas fraquezas e Jesus då-lhe um primeiro conselho. De momento, Deus não lhe pede que rasgue o seu coração e se separe dos seus afectos mais sagrados, mas pede-lhe que pratique a justiça, ame a misericórdia e se dedique totalmente a seguir o seu Deus. Isso agrada a Pedro. André não diz nada, mas o Senhor promete que ele se tornarå um leão. Os Galileus abandonam-no, mas João quer segui-lo até Jerusalém. Simão de Jonas encoraja-o a ir ver Cristo, e Jesus aceita que João o acompanhe.

Por fim, Jesus faz um ditado sobre a humildade de João. Foi João que levou Pedro ao Salvador, mas como o filho do trovão conhecia a timidez de André, e como João era justo, André passou para segundo plano no seu Evangelho e deu a impressão de que André era o primeiro apóstolo do Senhor.

Comparativamente, quantas pessoas se proclamam grandes apóstolos, quando o seu sucesso resulta de uma combinação de coisas, não só da santidade, mas também da ousadia humana, da sorte, do facto de algumas pessoas serem menos ousadas do que nós, mas talvez mais santas do que nós.

Cristo encoraja-nos a não nos vangloriarmos quando agimos bem: devemos ter sempre um olhar claro e "dar a quem quer que seja o louvor que lhe é devido". Temos de reconhecer os apóstolos através dos quais podemos fazer o nosso trabalho com eficåcia. Devemos ser capazes de dizer: "Eu sou o instrumento ativo, mas este tem mais amor do que eu, reza melhor do que eu e é graças a ele que tenho força para agir.

JoĂŁo Ă© o preferido, Ă© o puro, o amoroso, o obediente, e Ă© muito humilde. Jesus espelha-se nele, e a sua MĂŁe tem a impressĂŁo de ter um segundo filho.

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O Evangelho como me foi revelado

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Jesus saiu de Cafarnaum e foi para Betsaida. Pedro acolheu-o e ofereceu-se para o deixar ficar em sua casa. Cristo aceitou, e Simão de Jonas ficou muito contente. Jesus retirou-se para rezar e depois foi para fora. Aí encontra algumas crianças, entre as quais uma que não queria brincar à guerra. Jesus defende o seu ponto de vista, explicando que a guerra é um castigo de Deus. Quando as crianças dizem que o rapaz se recusa porque perde sempre, Jesus sorri e afirma que não devemos recusar uma coisa quando ela nos prejudica: isso é egoísmo. Devemos recusar uma coisa quando ela prejudica toda a gente, mesmo que tenhamos a certeza de que vamos ganhar. A conversa prossegue e Jesus fala-lhes por um momento do Juízo Final e da Redenção que se aproxima, inspirando-se no livro de Neemias. As crianças reconhecem que ele é o Messias e ele promete levå-las consigo, se forem boas e obedientes aos seus pais.

Filipe vem ter com ele e Jesus convida-o a segui-lo. O apĂłstolo aceita e Jesus diz-lhe que o siga. O apĂłstolo aceita e Jesus fala-lhe de Natanael. O velho foi buscar Bartolomeu e tudo correu conforme o Evangelho.

Jesus vai entĂŁo a Betsaida para pregar. O Salvador vem recordar a lei do DecĂĄlogo, que era simples no princĂ­pio. NĂŁo Ă© preciso mais nada, e o Messias exorta-nos sobretudo a amar. Encoraja-nos mesmo a amar os nossos inimigos.

No fim do sermão, Jesus diz que vai para Jerusalém. Pedro ficou dividido, mas decidiu seguir o Mestre. Tiago de Zebedeu, André, Filipe e Natanael acompanham-no. Jesus aceita-os e o grupo reza em conjunto. Depois, Cristo manda-os embora e explica que continuarå a rezar durante este tempo. O Filho do Homem precisa de oração para continuar a ser o Redentor.

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