Notas da palavra-chave

Resumo da EMV

Tema: Palavras-chave principais e transversais 🌟 · PĂĄgina 22 de 22

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EMF 212

O Evangelho como me foi revelado

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TĂ­tulo do capĂ­tulo: Uma onda de amor por Jesus, falando com Yutta na casinha de Isaac.

Data da visĂŁo: Domingo, 8 de julho de 1945. Em 212.8, comentĂĄrio de 9 de julho de 1945.

CalendĂĄrio: Segunda-feira 10 de abril 28 (27 Nissan 3788) de acordo com maria-valtorta.org | Quinta-feira 13 de abril 28 de acordo com Valtorta.fr.

Lugar (mapa): Yutta

Ciclo: Apostolado na Judeia

Resumo: Jesus estĂĄ rodeado por toda a cidade de Yutta, que o rodeia com afeto. Jesus fica feliz com isso, e Maria cede Ă s suas reflexĂ”es. Declara que Jesus se refugia no coração das almas fiĂ©is, e estas sĂŁo tomadas por um amor ardente, que Ă© alegria e sofrimento ao mesmo tempo. É a febre do Amor que as consome, que as faz viver e morrer ao mesmo tempo, antes de as trazer de volta ao seu estado normal, que as mergulha na humildade. Maria Ă© finalmente surpreendida pelo seu interlĂșdio, que Ă© mais longo do que esperava, e volta a concentrar-se na visĂŁo. Jesus Ă© entĂŁo acolhido por Sara, que nĂŁo deixa ninguĂ©m ter a alegria de receber o Mestre para jantar em sua casa.

De seguida, Jesus faz um discurso sobre a idolatria, baseado no livro de Jeremias. Explica que os coraçÔes se tornaram desertos, onde nĂŁo se encontra Deus, e que hĂĄ agora uma floresta de Ă­dolos. Muitas pessoas tĂȘm agora bezerros de ouro dentro de si, e Ă© terrĂ­vel nĂŁo conhecer Deus. O homem deve conhecer Deus por gratidĂŁo e por respeito Ă  sua prĂłpria inteligĂȘncia. Por gratidĂŁo, porque Deus restituiu a graça ao homem atravĂ©s do Redentor, e a sua criatura recebe tambĂ©m tudo o que precisa para viver. Por respeito pela sua prĂłpria razĂŁo, porque o homem que falha nos seus deveres para com Deus desonra-se a si prĂłprio, pois sabe refletir e reconhecer quem Ă© o seu benfeitor.

Afastar-se de Cristo Ă© um bem e um mal. Um mal, porque nĂŁo o podemos ouvir como desejamos; um bem, porque afasta as almas de uma corrupção que tenta rodear Jesus e sufocĂĄ-lo. No entanto, a solidĂŁo nĂŁo impede Deus de falar em todo o lado, e o Senhor promete enviar muitos discĂ­pulos. Convida tambĂ©m aqueles que o querem seguir a fazĂȘ-lo e, sobretudo, convida todos a anunciar Cristo atravĂ©s de uma vida honesta.

Maria Valtorta releu o que tinha escrito e sentiu que estava realmente aquém do que tinha vivido.

ConteĂșdo do capĂ­tulo: 212.1: O acolhimento entusiĂĄstico da multidĂŁo e a alegria de Jesus. 212.2: Sob o efeito deste entusiasmo, Maria Valtorta profetiza: Cristo actua no seu povo fiel e atravĂ©s dele. 212.3: A sua alegria espiritual Ă© irreprimĂ­vel. 212.4: A casa de Isaac Ă© transformada em "capela". 212.5: ComentĂĄrio a Jeremias: O pecado dos grandes homens de Israel. A idolatria dos homens. 212.6: A necessidade de conhecer Deus pela gratidĂŁo. 212.7: A distĂąncia do Templo nĂŁo Ă© um obstĂĄculo para anunciar Cristo. 212.8: Maria Valtorta pensa que sua descrição do transbordamento do amor ficou aquĂ©m da realidade.

Edição anterior: Volume 3, capítulo 74

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EMF 213

O Evangelho como me foi revelado

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Título do capítulo: Em Kerioth, uma profecia de Jesus e o início da pregação apostólica.

Data da visĂŁo: Segunda-feira, 9 de julho de 1945.

CalendĂĄrio: SĂĄbado 15 de abril 28 (3 lyar 3788) de acordo com maria-valtorta.org, SĂĄbado 22 de abril 28 de acordo com Valtorta.fr

Lugar (mapa): Kerioth

Ciclo: Apostolado na Judeia

Resumo: Jesus estĂĄ na sinagoga de Queriote. HĂĄ um tumulto, e Judas consegue silĂȘncio batendo nas lĂąmpadas que estĂŁo por cima. Cristo entĂŁo mandou o chefe da sinagoga ler o quarto capĂ­tulo do segundo livro dos Macabeus. Depois disso, Jesus tomou a palavra e explicou que ia começar a pregação apostĂłlica na cidade do seu discĂ­pulo muito querido, porque o Mestre jĂĄ nĂŁo era suficiente para satisfazer as necessidades das multidĂ”es e era mais sensato que os apĂłstolos praticassem a palavra enquanto o Senhor ainda estivesse com eles.

Assim, Jesus nĂŁo deu nenhum ensinamento pĂșblico, mas fez uma profecia ao povo de Kerioth, para que, quando chegasse a hora do crime, eles se lembrassem de que ele os amava e que os estava a defender de uma acusação injusta. Afinal de contas, a cidade deles nĂŁo Ă© inimiga de Cristo.

Assim, chegarå um momento em que o verdadeiro Sumo Sacerdote serå maltratado e o Inocente serå atacado. Um ser infame irå ter com os poderosos de Israel e entregarå o Sumo Sacerdote aos seus inimigos. Cristo jå falou da sua morte e das acçÔes de Judas na noite de Quinta-feira Santa. Prediz também o castigo eterno do traidor e a punição de Israel. Exorta o povo de Kerioth a recordar as suas palavras, para que, quando lhes disserem que o Mestre é um malfeitor, possam responder que Jesus previu todos estes acontecimentos e que a Vítima morreu para expiar os pecados do mundo.

A sinagoga esvazia-se, enquanto Judas se comove até às lågrimas com a estima que Jesus tem por ele. Pedro, por seu lado, estå mais assustado com a ideia de falar. Por fim, chega o chefe da sinagoga, que se regozija com a eleição de Judas, mas se entristece com o homem indigno que o vai trair. Ele espera que Judas compense a traição e Judas promete que farå todos os esforços para o fazer...

ConteĂșdo do capĂ­tulo: 213.1: Judas obtĂ©m silĂȘncio na sinagoga e Jesus manda ler 2 Macabeus,4. 213.2: Os apĂłstolos falarĂŁo em meu lugar e eu dou-vos uma profecia sobre Kerioth. 213.3: ChegarĂĄ o momento de uma grande traição. Morte do Sumo Sacerdote e castigo. 213.4: Kerioth admira a estima de Jesus por Judas, que se comove atĂ© Ă s lĂĄgrimas. Em Kerioth, haverĂĄ um favorito e um indigno.

Edição anterior: Tomo 3, capítulo 75

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EMF 214

O Evangelho como me foi revelado

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TĂ­tulo do capĂ­tulo: A mĂŁe de Judas confidencia-se Ă  MĂŁe de Jesus, que chegou a Kerioth com SimĂŁo, o Zelote.

Data da visão: Terça-feira, 10 de julho de 1945

CalendĂĄrio: Domingo, 23 de abril de 28

Locais (mapa): Kérioth. Primeiro na casa de Maria, mãe de Judas, no interior da cidade (214.1-4), depois na casa de campo da mãe de Judas (EMV 214.5-8).

Ciclo: Apostolado na Judeia

Resumo: Jesus prepara-se para sentar-se Ă  mesa na casa de Maria de KĂ©rioth. Ele deseja que ela fique com eles e todos aprovam essa ideia. Cristo procura aproximĂĄ-la de Maria de Alfeu e de Maria SalomĂ©, e Marziam ajuda-os nesse sentido, pois declara que jĂĄ gosta muito da mĂŁe de Judas, uma vez que ela «se chama Maria, como todas as mulheres que sĂŁo boas». Pedro brinca entĂŁo com ele, perguntando-lhe se gostarĂĄ tambĂ©m da sua esposa, Porfiria, que nĂŁo se chama assim, e Marziam promete-lhe que a amarĂĄ muito se ela for boa. SimĂŁo de Jonas confirma-lhe isso e fala mais longamente da sua esposa, que Ă© silenciosa, casta e pacĂ­fica. Em seguida, Ă© Judas quem relata os acontecimentos do dia, e deseja que os outros apĂłstolos o acompanhem para que nĂŁo seja o Ășnico a brilhar. Jesus acalma-o um pouco, mas o Mestre mostra-se disponĂ­vel para curar os doentes.

A Virgem chega nesse momento com SimĂŁo, o Zelote, e conhece Maria, a mĂŁe de Judas. Ela traz tambĂ©m notĂ­cias de Elise, que quer juntar-se Ă s mulheres discĂ­pulas. Entretanto, ela estĂĄ com Joana de Kouza, e Jesus diz que passarĂŁo novamente por Bet-Çur no regresso.

A visĂŁo continua e Maria vĂȘ a Maria SantĂ­ssima com Maria de KĂ©rioth. Esta confessa o seu sofrimento por nĂŁo poder ir com o grupo apostĂłlico, depois pergunta-lhe o que Ă© Jesus para Maria. Esta responde que ele Ă© a sua alegria, e a pobre Maria, por outro lado, responde que Judas Ă© a sua dor. Ela explica-lhe o seu comportamento, confessa que preferiria vĂȘ-lo morto, em vez de o ver tĂŁo mal visto por Deus. Ela explica os seus caprichos, a morte de Joana, uma jovem que morreu de desgosto por culpa do seu filho, e admite ter estado a um passo, no ano passado, de confessar a verdade sobre Judas a Jesus. EntĂŁo, ela pede a opiniĂŁo de Maria de NazarĂ©, e esta admite que Judas nĂŁo tem a alma lĂ­mpida de JoĂŁo, nem a doçura de AndrĂ©, nem a firmeza de Mateus. É um instĂĄvel, mas elas rezarĂŁo muito por ele, diz ela. SĂł que Maria de Keriote tem medo do seu filho e implora Ă  Virgem que a ajude com as suas oraçÔes, para que ele saiba, pelo menos, amar verdadeiramente Jesus, em vez de ser um mau apĂłstolo. Maria responde entĂŁo que ela deve rezar ao Senhor para que Ele aja da melhor forma, e que deve ter esperança, pois as dores das mĂŁes salvam os seus filhos...

ConteĂșdo do capĂ­tulo: 214 .1: Jesus Ă© muito atencioso para com Maria, mĂŁe de Judas. 214.2: Pedro elogia a sua esposa Porfiria. 214.3: Judas distribui a evangelização do paĂ­s entre os apĂłstolos. Jesus aconselha-o a ser gentil. 214.4: Chegada de Maria e do Zelote, que ficou mais tempo com Élise. 214.5: A mĂŁe de Judas nĂŁo consegue seguir o seu filho como o faz a Virgem Maria. 214.6: Confronto entre duas maternidades. A mĂŁe de Judas desata a chorar. O meu filho Ă© a minha dor. 214.7: Judas Ă© instĂĄvel. Tenho tanto medo por ele. Reza ao Senhor.

Edição anterior: Volume 3, capítulo 76

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EMF 215

O Evangelho como me foi revelado

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Título do capítulo: Filipe e André conversam com Bet-Ginna. Cura da filha lunåtica do estalajadeiro

Data da visĂŁo: Quarta-feira, 11 de julho de 1945

CalendĂĄrio: Quarta-feira, 3 de maio de 28

Locais (mapa): Bet-Ginna

Ciclo: Apostolado na Judeia

Resumo: A seguir

ConteĂșdo do capĂ­tulo: 215 .1: Os apĂłstolos tĂȘm medo de ir pregar. 215.2: Jesus apresenta-lhes um panorama de cidades histĂłricas. 215.3: Enviados a Bet-Ginna, Filipe e AndrĂ© anunciam Jesus a um estalajadeiro e aos seus clientes. 215.4: ApĂłstolos e clientes debatem: SerĂĄ ele um santo ou um demĂłnio? Ele Ă© o Santo entre os santos. Ele atĂ© comanda a morte. 215.5: A filha do estalajadeiro Ă© lunĂĄtica. SerĂĄ que ele a pode curar? 215.6: RĂĄpido, AndrĂ© vai buscar Jesus, que lhe faz constatar que eles cumpriram a sua missĂŁo. 215.7: O estalajadeiro implora a Jesus. Jesus exorciza a filha de Samuel.

Edição antiga: Volume 3, capítulo 77

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O Evangelho como me foi revelado

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TĂ­tulo do capĂ­tulo: As infidelidades dos discĂ­pulos, na parĂĄbola do dente-de-leĂŁo.

Data da visĂŁo: quinta-feira, 12 de julho de 1945

CalendĂĄrio: SĂĄbado, 6 de maio de 28

Locais (mapa): Perto de AshqelĂŽn

Ciclo: Apostolado na FilĂ­stia

Resumo: Os apĂłstolos avançam por uma planĂ­cie banhada pelo sol. Antes de se debruçar sobre a visĂŁo propriamente dita, Maria descreve as estaçÔes do ano e as suas diferenças, bem como a variedade de horas e de locais. Tal como o aroma do amanhecer nĂŁo Ă© semelhante ao do meio-dia, o aroma das margens nĂŁo Ă© comparĂĄvel ao das tempestades ou do mar. O Criador conseguiu assim conferir um carĂĄcter prĂłprio a cada uma das coisas que criou. Maria volta entĂŁo Ă  visĂŁo e constata que o grupo apostĂłlico estĂĄ suado de tanto calor. EstĂŁo com sede e lamentam a ausĂȘncia de um ribeiro, o facto de nĂŁo estarem na montanha ou mesmo no lago da Galileia. Jesus encoraja-os entĂŁo, dizendo que em breve chegarĂŁo Ă  beira-mar e que o clima ficarĂĄ mais ameno. Aparentemente, nĂŁo foram acolhidos na aldeia anterior, onde teriam sombra, ĂĄgua e um local para descansar.

Pouco depois, é Tomås quem confessa estar com fome e Simão, o Zelote, tal como Jesus, estå disposto a partilhar a sua porção. Comem e, pouco depois, o antigo leproso e amigo de Låzaro encontra um fino fio de ågua onde podem ir beber e encher os seus cantis. Depois, adormecem encostados a uma årvore, exaustos. Ao ver os discípulos assim, Jesus abana a cabeça e explica a Simão, o Zelote, que um dia ficarão felizes por terem caminhado sob o calor escaldante, exaustos e sedentos, seguindo o seu Mestre perseguido. Quando o apóstolo salienta que estão felizes por o seguirem assim, Jesus responde que Simão, o Zelote, estå sempre contente, sim, mas os outros nem sempre, e då o exemplo de um dente-de-leão. Sopra sobre ele e explica que muito poucas sementes chegam ao seu coração e que, mesmo mais tarde, algumas ainda se separam dele. O mesmo acontecerå com os discípulos: uns partirão por agitação, outros por inconstùncia, por preguiça, por orgulho, por leveza.

SimĂŁo confessa-lhe pouco tempo depois que nĂŁo consegue amar Judas e pergunta-lhe se lhe parece sincero. Jesus nĂŁo lhe responde de imediato e observa intensamente as libĂ©lulas Ă  beira da ĂĄgua. Perante a insistĂȘncia de SimĂŁo, responde de forma alusiva.

ConteĂșdo do capĂ­tulo: 216 .1: Maria Valtorta dedica-se a descrever a variedade de aromas e a beleza do universo. 216.2: Os apĂłstolos avançam sob o sol, divididos entre a acolhida, a fome e a sede. O zelote descobre um fio de ĂĄgua. 216.3: Jesus conversa com o zelote e compara a fidelidade dos seus discĂ­pulos Ă  flor de dente-de-leĂŁo que se dispersa. 216.4: Jesus responde de forma alusiva ao seu pensamento sobre Judas.

Edição antiga: Volume 3, capítulo 78

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EMF 217

O Evangelho como me foi revelado

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TĂ­tulo do capĂ­tulo: As espigas colhidas no dia de sĂĄbado

Data da visĂŁo: Sexta-feira, 13 de julho de 1945

CalendĂĄrio: SĂĄbado, 6 de maio de 28 (24 de lyyar ou ziv de 3788)

Locais (mapa): AshqĂȘlon (Ascalon)

Ciclo: Apostolado na FilĂ­stia

Resumo: Os apĂłstolos tĂȘm fome e queixam-se, pois ninguĂ©m lhes dĂĄ de comer. Espalham-se, portanto, por um campo de trigo para se alimentarem. Pelo caminho, Jesus encontra alguns fariseus que lhe sĂŁo hostis. Jonatas ben Uziel pergunta-lhe entĂŁo por que razĂŁo estĂĄ ali e o Mestre responde que hĂĄ almas a salvar. Ele foi enviado para evangelizar, e o membro do sinĂ©drio retorque que nada prova que ele tenha sido enviado por Deus. Jesus acaba por lhe dizer que nada pede, mas que cumpre a sua missĂŁo, que quer dar a vida eterna, inclusive a Jonatas, e que este pode perdĂȘ-la ao ofender Deus e ao rejeitar o seu Messias.

O homem começa entĂŁo a fazer-se de importante, alegando ser justo, e depois de Jesus ter proferido uma profecia contra ele, o fariseu pergunta por que razĂŁo permite que os seus apĂłstolos se alimentem nos campos e cometam um pecado, uma vez que Ă© sĂĄbado. Pedro justifica-se em nome de todos, mas Jonatas dĂĄ a entender que estĂĄ escandalizado, e Jesus toma entĂŁo a palavra, retomando as palavras do Evangelho. Ele refere-se a David e aos pĂŁes consagrados, declarando que os discĂ­pulos colheram as espigas de trigo que tambĂ©m pertencem aos pĂĄssaros, mas, mais ainda, aos filhos do Pai. Termina por dizer que o Filho do Homem Ă© o senhor do sĂĄbado e faz ainda uma profecia sobre Jonatas. Depois, o grupo apostĂłlico afasta-se do resto do grupo e vai dormir numa espĂ©cie de dunas de areia, uma vez que se aproximam do mar e de AsqĂȘlon.

ConteĂșdo do capĂ­tulo: 217 .1: Os apĂłstolos, rejeitados, acabam por comer espigas de trigo. 217.2: Jonatas, filho de Uziel, procura brigar com Jesus. 217.3: Jesus responde com o exemplo de David Ă  acusação de roubo e violação do sĂĄbado. 217.4: Jesus misericordioso, Mestre do sĂĄbado.

Edição antiga: Volume 3, capítulo 79

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EMF 218

O Evangelho como me foi revelado

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TĂ­tulo do capĂ­tulo: VĂĄrios encontros em AshqelĂŽn (AscalĂŁo), cidade da FilĂ­stia

Data da visĂŁo: sĂĄbado, 14 de julho de 1945

CalendĂĄrio: Domingo, 7 de maio de 28 (25 de Lyar ou Ziv de 3788)

Locais (mapa): AshqĂȘlon (Ascalon)

Ciclo: Apostolado na FilĂ­stia

Resumo: Os apĂłstolos acordam ali e retomam a viagem. Chegam a uma costa e JoĂŁo fica hipnotizado pelo mar. Os apĂłstolos perguntam por onde vĂŁo entrar em AshqĂȘlon e Jesus afirma que sabe por onde ir. Os discĂ­pulos perguntam-lhe entĂŁo se jĂĄ lĂĄ esteve, e ele responde que sim: no entanto, era demasiado pequeno para se lembrar. Tiago, filho de Zebedeu, faz entĂŁo notar que Cristo nunca se engana no caminho e que nĂŁo Ă© a primeira vez que se apercebe disso.

Avançam atĂ© um pequeno subĂșrbio rural onde vivem horticultores. Como estavam com fome, TomĂĄs negociou arduamente com um deles para conseguir ovos, e acabou por conseguir duas dĂșzias. Dirigiram-se entĂŁo a outro horticultor que, por sua vez, teria pĂŁo. O anciĂŁo ignora-os no inĂ­cio, mas Pedro acaba por obter uma reação ao mencionar SansĂŁo, a figura bĂ­blica, e SimĂŁo de Jonas acaba por dizer que Ă© cristĂŁo, que pertence a Cristo, o Messias e o rei de Israel que vencerĂĄ «o mundo inteiro e atĂ© mesmo o inferno». Isso desperta a curiosidade do homem, que os convida a aproximarem-se. As suas escravas, duas africanas chamadas AnibĂ© e Nubi, vĂȘm servi-los e comem todos juntos. O velho Ananias explica a origem das mulheres e pergunta como Ă© que Jesus vai realizar a sua conquista. Este Ășltimo explica entĂŁo que Jesus quer dar-nos o Reino dos CĂ©us, mesmo a ele, que Ă© um filisteu. Este mostra-se interessado na noção da eternidade da alma, que tambĂ©m Ă© transmitida a AnibĂ© e Nubi. Jesus promete-lhe, aliĂĄs, que a esposa e o filho que ele perdeu nĂŁo estĂŁo mortos, pois a alma sobrevive. O horticultor acaba por lhes oferecer alojamento, e o grupo apostĂłlico deixa-o para ir Ă  cidade. Jesus envia os apĂłstolos a pregar e, por seu lado, vai passear sozinho por AscalĂŁo.

LĂĄ encontra Alexandre, uma criança que foi expulsa da sala de aula por ser indisciplinada. Depois de obter a promessa da criança de que nĂŁo se comportaria mal e, sobretudo, de que nĂŁo voltaria a fazer bonecos de madeira que zombassem do chefe da sinagoga, Jesus acompanha-o atĂ© Ă  loja dos pais dele. LĂĄ encontra a mĂŁe dele e a pobre Dina, outra criança cuja mĂŁe estĂĄ muito doente. A menina perdeu o pai no mar e, como este era empregado dos pais de Alexandre, estes cuidaram da criança da melhor forma que puderam. Mas a mĂŁe de Dina estĂĄ a morrer de uma doença incurĂĄvel. Jesus pede-lhe, entĂŁo, que o acompanhe atĂ© Ă  casa dela e, pelo caminho, ela afirma que, se soubesse onde estava o Messias, acreditaria nele e pedir-lhe-ia que fizesse o milagre. Jesus sorri perante a sua profissĂŁo de fĂ© e, quando chegam junto da moribunda, revela-se tal como Ă© e cura a mĂŁe. Em seguida, despede-se desta pobre famĂ­lia de AsqĂȘlon.

ConteĂșdo do capĂ­tulo: 218.1: A caminho, ao longo da costa, rumo Ă  cidade jĂĄ Ă  vista. 218.2: No mercado, TomĂ© negocia ovos com um filisteu. 218.3: Pedro pede pĂŁo ao filisteu Ananias e fala-lhe do Messias. 218.4: Ananias convida Jesus e os seus a comer. 218.5: Jesus fala-lhe do Reino para todos, mesmo para os filisteus, e da sua alma. 218.6: Jesus envia os apĂłstolos a pregar em quatro grupos. Sozinho, afasta uma prostituta, mas acolhe as crianças. 218.7: Ele acompanha o pequeno Alexandre, que lhe conta a histĂłria da pequena Dina. Jesus recebe um boneco irreverente. 218.8: Ele admira os tapetes da fĂĄbrica e a bondade da mĂŁe. 218.9: Ele fala do Messias Ă  pequena Dina, que o leva atĂ© sua casa. 218.10: Onde cura a sua mĂŁe moribunda.

Edição antiga: Volume 3, capítulo 80

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