Notas da palavra-chave

Milagres de Jesus Cristo

Tema: Palavras-chave principais e transversais 🌟 · PĂĄgina 8 de 8

Conforto de leitura

EMF 211.9 · Volume 3

O Evangelho como me foi revelado

Citação

Jesus terminou em meio a um silĂȘncio de estupefação. Parece que muitos ficaram sopesando as palavras que ouviram e que ainda as estejam saboreando, percebendo melhor seu gosto profundo, e comparando suas vidas com elas.

Enquanto isso acontece, e Jesus, cansado e com calor, se assenta para falar com JoĂŁo e Judas, ouve-se um clamor do outro lado do muro do jardim. Uns gritos confusos, e que depois se tornam mais claros:

– Está aí o Messias? Está?

E tendo recebido a resposta, ei-los jå levando para Ele um estropiado, que até parece um S de tão contorcido que estå.

– Oh! É Massala!

– Mas está muito estropiado! Que será que ele espera?

– Aí vem vindo a mãe dele! Uma infeliz!

– Mestre, o marido a rejeitou, por causa deste aborto de homem que Ă© o filho, e ela vive aqui de caridade. Mas jĂĄ estĂĄ velha, e pouco mais viverá


O aborto de homem, como disseram bem, estĂĄ agora na frente de Jesus. Este nĂŁo pode vĂȘ-lo no rosto, de tĂŁo encurvado e contorcido que ele estĂĄ. Parece a caricatura de um homem-chipanzĂ©, ou de um camelo imitando o homem. A mĂŁe, velha e infeliz, nem pode falar, mas somente geme, e solta estas palavras:

– Senhor
Senhor
eu creio


Jesus pÔe suas mãos sobre as costas encurvadas do homem, que lhe chega só até a cintura, levanta o rosto para o Céu, e troveja:

– Levanta-te e caminha pelos caminhos do Senhor –e o homem leva uma sacudidela, e depois se pĂ”e de pĂ©, como o mais perfeito dos homens.

Foi tão råpido o movimento, que parece terem sido quebradas algumas molas que o estivessem sujeitando àquela posição anÎmala. Agora ele chega até às costas de Jesus, olha para Ele, e depois cai de joelhos, junto com a mãe, beijando os pés do seu Salvador.

O que aconteceu por entre a multidĂŁo nem se pode dizer
 E, nĂŁo obstante toda a vontade em contrĂĄrio, Jesus Ă© constrangido a permanecer em Hebron, porque as pessoas estĂŁo dispostas a pĂŽr barreiras nas saĂ­das da cidade, para impedir que Ele se vĂĄ.

Jesus entra na casa do velho sinagogo, que está completamente mudado desde o ano passado


Palavras-chave

EMF 215.5-7 · Volume 3

O Evangelho como me foi revelado

Citação

« E agora estamos entrando em Betgina. Tu, tu mesmo, Filipe, que estås olhando para Mim com esses olhos suplicantes, tu irås com André pelo povoado. Enquanto vós ides, nós permanecemos junto à fonte ou na praça do povoado.

– Oh! Senhor! Não nos mandes sozinhos. Vem, Tu, conosco! –pedem-lhe os dois.

– Ide, Eu mandei. A obediĂȘncia vos ajudarĂĄ mais do que a minha presença.

215.3


 E entĂŁo, Filipe e AndrĂ© lĂĄ se vĂŁo, ao acaso, pelo povoado, atĂ© encontrarem um pequeno albergue, mais uma estrebaria do que um albergue, e lĂĄ dentro estĂŁo intermediĂĄrios, fazendo negĂłcios de cordeiros com alguns pastores. Eles entram e param desorientados no meio do pĂĄtio rodeado de pĂłrticos muito rĂșsticos.

Aproxima-se deles o albergador:

– Que desejais? Alojamento?

Os dois se consultam com um olhar, um olhar muito desconfiado. Muito provavelmente deve ter acontecido que, de tudo o que haviam combinado dizer, não encontram mais nenhuma palavra. Mas é o próprio André quem se lembra primeiro, e responde:

– Sim, alojamento para nós e para o Rabi de Israel.

– Qual rabi? HĂĄ tantos rabis. Mas sĂŁo muito senhores. Eles nĂŁo vĂȘm aos povoados dos pobres, para trazerem sua sabedoria aos pobres. SĂŁo os pobres que devem ir a eles, e ainda Ă© um favor, quando nos suportam perto deles!

– O Rabi de Israel Ă© um sĂł. Ele vem justamente para trazer a Boa Nova aos pobres e, quanto mais pobres e pecadores forem, tanto mais Ele os procura e se aproxima deles –responde docemente AndrĂ©.

– Mas então não vai amealhar dinheiro.

– NĂŁo vai Ă  procura de riquezas. É pobre e bom. Considera cheio o dia em que consegue salvar uma alma –responde ainda AndrĂ©.

– Hum! É a primeira vez que eu ouço dizer que um rabi Ă© bom e pobre. O Batista Ă© pobre, mas Ă© severo. Todos os outros sĂŁo severos e ricos, ĂĄvidos como umas sanguessugas. VĂłs ouvistes? Vinde aqui vĂłs que andais pelo mundo. Estes homens estĂŁo dizendo que hĂĄ um Mestre pobre e bom, que vem Ă  procura dos pobres e dos pecadores.

– Ah! Deve ser aquele que se veste de branco como um essĂȘnio. Eu jĂĄ o vi, faz algum tempo, em JericĂł –diz um dos intermediĂĄrios.

– NĂŁo. Aquele Ă© sozinho. Deve ser aquele de quem falava TomĂ©, porque, por acaso, ouviu falar dele com os pastores do LĂ­bano –responde um pastor alto e musculoso.

– Sim! Com certeza! E ainda vem atĂ© aqui, ele que estava no LĂ­bano! Por estes teus olhos de gato! –exclama outro.

Enquanto o albergador fala com os seus clientes e os escuta, os dois apĂłstolos ficaram lĂĄ, no meio do pĂĄtio, como duas estacas.

215.4

Mas, afinal, um homem diz:

– Ei! VĂłs, Vinde aqui. Quem Ă©? De onde vem esse que vĂłs dizeis?

– É Jesus de JosĂ©, de NazarĂ© –diz sĂ©rio, Filipe, e fica como quem espera ser escarnecido.

Mas André acrescenta:

– É o Messias prometido. E eu vos conjuro, para o vosso bem: ouvi-o! VĂłs falastes no Batista. Pois bem, eu fui um discĂ­pulo dele, e foi ele quem nos mostrou Jesus, quando ia passando, e nos disse: “Ali estĂĄ o Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo.” E, quando Jesus desceu para ser batizado no JordĂŁo, abriram-se os cĂ©us e uma Voz gritou: “Este Ă© o meu Filho amado, no qual ponho as minhas complacĂȘncias”, e o Amor de Deus desceu sobre a cabeça dele, brilhando, sob a forma de uma pomba.

– Estás vendo? É o Nazareno mesmo! Mas, dizei-me uma coisa, vós que vos dizeis amigos dele


– Amigos, nĂŁo: apĂłstolos, discĂ­pulos Ă© o que somos, e mandados por Ele para anunciar sua chegada a fim de que, quem precisa de salvação vĂĄ a Ele –corrige AndrĂ©.

– EstĂĄ bem. Mas, dizei-me uma coisa. Ele Ă© mesmo como alguns dizem, um santo, e mais santo que o Batista, ou Ă© um demĂŽnio, como dizem uns outros? VĂłs, que aqui estais juntos, se sois discĂ­pulos dele, nĂŁo deverĂ­eis estar todos juntos? Dizei porque e com sinceridade. É verdade que Ele Ă© um dissoluto e um beberrĂŁo? Que ama as meretrizes e os publicanos? Que Ele Ă© um nigromante e que, durante a noite, evoca os espĂ­ritos para saber os segredos coraçÔes?

– Mas, por que perguntas isto a estes homens? –pergunta se Ă© verdade que Ele Ă© bom. Estes dois poderĂŁo levar a mal e, quando forem embora, irĂŁo dizer ao Rabi os nossos maus juĂ­zos e seremos amaldiçoados por Ele. Nunca se sabe!
 Seja Deus ou o diabo que Ele seja, Ă© melhor tratĂĄ-lo bem.

Agora Ă© Filipe que fala:

– NĂłs vos podemos responder com sinceridade, porque nĂŁo hĂĄ nada de feio a esconder. Ele Ă© o nosso Mestre, Ă© o Santo dos santos. O seu dia Ă© passado nos trabalhos do ensinamento. IncansĂĄvel, Ele vai de lugar em lugar, procurando os coraçÔes. Ele passa a noite rezando por vĂłs. NĂŁo despreza a mesa e a amizade, mas nĂŁo para a sua prĂłpria vantagem e sim, para fazer que se aproximem os que de outro modo nĂŁo o fariam. Ele nĂŁo rejeita os publicanos nem as meretrizes. Mas somente para redimi-los. Ele marca o seu caminho com milagres de redenção e milagres sobre as doenças. A Ele obedecem os ventos e o mar. Mas nĂŁo precisa de ninguĂ©m para operar prodĂ­gios, nem de evocar espĂ­ritos para conhecer os coraçÔes.

– E como pode? Tu disseste que os ventos e o mar lhe obedecem? Mas eles são coisas sem entendimento. Como pode dar ordens a eles? –pergunta o albergador.

– Responde-me, homem: no teu parecer, Ă© mais difĂ­cil dar ordens ao vento e ao mar, ou Ă  morte?

– Por JavĂ©! Mas Ă  morte nĂŁo se dĂŁo ordens! No mar se pode jogar azeite, pode-se usar contra ele as velas, pode-se, se tiver juĂ­zo, nĂŁo querer andar sobre ele. Ao vento se podem opor as fechaduras das portas. Mas Ă  morte nĂŁo se dĂŁo ordens. NĂŁo hĂĄ azeite que a acalme. NĂŁo hĂĄ vela que, colocada em nosso barquinho, faça que ele fique tĂŁo rĂĄpido, que possa escapar da morte. E para ela nĂŁo existem fechaduras. Quando ela quer vir passa, mesmo se usarmos ferrolhos. E ninguĂ©m dĂĄ ordens a esta rainha!

– E, no entanto, o mestre lhe dĂĄ ordens. NĂŁo somente quando ela jĂĄ estĂĄ perto. Mas atĂ© tambĂ©m quando ela jĂĄ pegou alguĂ©m. Um moço de Naim jĂĄ estava para ser entregue Ă  boca horrĂ­vel do sepulcro e Ele disse: “Eu te digo: levanta-te!”, e o jovem voltou Ă  vida. Naim nĂŁo fica nos confins do mundo. VĂłs podeis ir lĂĄ e ver.

– Mas assim, na presença de todos?

– Sobre a estrada, na presença de toda Naim.

215.5

O albergador e seus clientes olham um para o outro, em silĂȘncio. Depois o albergador diz:

– Não será só para os amigos que Ele faz aquelas coisas?

– NĂŁo, homem. Para todos os que crĂȘem nele, e nĂŁo sĂł para eles. Ele Ă© a Piedade sobre a terra. NinguĂ©m se dirige a Ele sem receber nada. Ouvi, todos vĂłs. NĂŁo hĂĄ entre vĂłs alguĂ©m que esteja sofrendo e chorando por doenças na famĂ­lia, por problemas, por remorsos, tentaçÔes, ignorĂąncias? Ide a Ele, o Messias da Boa Nova. Ele estĂĄ aqui hoje. AmanhĂŁ estarĂĄ noutro lugar. NĂŁo deixeis passar, sem vos aproveitardes dela, a Graça do Senhor que passa, diz Filipe, que foi ficando cada vez mais convincente.

O albergador desgrenha os cabelos, abre e fecha a boca, aperta as franjas da cintura
 e, finalmente, diz:

– Eu vou experimentar!
 Eu tenho uma filha. AtĂ© o verĂŁo passado, ela estava bem. Depois, tornou-se lunĂĄtica. Vive como uma fera muda em um canto, fica sempre lĂĄ e com dificuldade Ă© que a mĂŁe a pode vestir ou pĂŽr-lhe comida na boca. Os mĂ©dicos dizem que o cĂ©rebro dela se queimou por ter tomado sol demais, e outros dizem que foi por algum amor contrariado. O povo acha que ela estĂĄ endemoninhada. Mas como, se ela Ă© uma jovenzinha que quase nĂŁo saiu daqui? Onde foi que esse demĂŽnio a pegou? Que diz sobre isso o teu Mestre? Que o demĂŽnio pode pegar atĂ© um inocente?

Filipe lhe responde com segurança:

– Sim, para atormentar os parentes e levá-los ao desespero.

– E
 Ele cura os lunáticos? Poderei esperar isso?

– Deves crer –diz prontamente AndrĂ©.

E conta o milagre dos gerasenos, depois termina:

– Se os que eram uma legiĂŁo nos coraçÔes dos pecadores, tiveram que fugir assim, como nĂŁo haverĂĄ de fugir o que penetrou Ă  força no coração de uma jovenzinha? Eu te digo, homem: para quem espera nele, o impossĂ­vel se torna fĂĄcil como o respirar. Eu vi as obras do meu Senhor e dou testemunho do seu poder.

– Oh! Então, quem de vós pode ir chamá-lo?

– Eu mesmo, homem. Espera-me daqui a pouco.

E André vai sem demora, enquanto Filipe fica falando.

215.6

Quando AndrĂ© vĂȘ Jesus, parado debaixo de um alpendre para proteger-se do sol implacĂĄvel, que enche a pequena praça do povoado, corre ao encontro dele, e lhe diz:

– Vem, vem, Mestre. A filha do albergador Ă© lunĂĄtica. O pai te pede que a cures.

– Mas ele me conhecia?

– Não, Mestre. Nós procuramos fazer que te conhecesse


– E o conseguistes. Quando alguĂ©m chega a crer que Eu possa curar um mal sem precisar de remĂ©dio, jĂĄ estĂĄ adiantado na fĂ©. E vĂłs tendes medo de nĂŁo saber fazer. Que foi que dissestes?

– Eu nem saberia te dizer. NĂłs dissemos o que pensamos de Ti e de tuas obras. Sobretudo, dissemos que Tu Ă©s o Amor e a Piedade. O mundo te conhece tĂŁo mal!

– Mas vós me conheceis bem. É o que basta.

215.7

Chegaram ao pequeno albergue. Todos os clientes estĂŁo Ă  porta, cheios de curiosidade, e no meio, com Filipe, estĂĄ o albergador, que continua a falar consigo mesmo.

Quando ele vĂȘ Jesus, corre ao encontro dele, dizendo:

– Mestre, Senhor, Jesus
 eu
eu creio, eu creio tanto que Tu Ă©s Tu, que sabes tudo, que tudo vĂȘs, que tudo conheces, que tudo podes e tanto eu creio, que te digo: Tem piedade da minha filha, ainda que eu tenha muitas culpas no meu coração. Que nĂŁo caia sobre a minha filha o castigo por ter sido eu desonesto na minha profissĂŁo. Mas juro que nĂŁo serei mais avarento. Tu estĂĄs vendo o meu coração com o seu passado e com o pensamento que agora tem. PerdĂŁo e piedade, Mestre, e eu falarei de Ti a todos os que vierem atĂ© Ă  minha casa.

O homem estĂĄ de joelhos.

Jesus lhe diz:

– Levanta-te, e persevera nos sentimentos de agora. Leva-me à tua filha.

– É uma estrebaria, Senhor. O mormaço faz que ela fique ainda mais doente. E ela não quer sair.

– NĂŁo importa. Eu irei atĂ© onde ela estĂĄ. NĂŁo Ă© o mormaço. É que o demĂŽnio percebe que Eu estou chegando.

Entram no pĂĄtio e dele passam para uma estrebaria escura e todos vĂŁo atrĂĄs. A moça, despenteada, muito magra, estĂĄ se agitando no canto mais escuro e, logo que vĂȘ Jesus, grita:

– Para trĂĄs, para trĂĄs! NĂŁo me venhas perturbar. Tu Ă©s o Cristo do Senhor e eu um dos golpeados por Ti. Deixa-me sossegado. Por que sempre vens atrĂĄs de meus passos?

– Sai dela. Vai-te embora. Eu o quero. Entrega a Deus a tua presa e cala-te!

Um urro dilacerante, um pulo e o relaxar-se de um corpo sobre a palha
 e depois se ouvem, calmas, tristes, admiradas, as perguntas: “Onde Ă© que estou? Por que Ă© que estou aqui? Quem sĂŁo estas pessoas?” e depois esta invocação “MamĂŁe” da jovem que se sente envergonhada por estar sem vĂ©u e com uma veste rasgada, diante da vista de muitos olhos estranhos.

– Oh! Senhor Eterno! Mas ela está curada!


E, coisa estranha de ver-se no rubicundo e corado albergador, um pranto de menino
 Ele estĂĄ feliz, e chora sem saber de nada mais, a nĂŁo ser beijar as mĂŁos de Jesus, enquanto a mĂŁe chora, no meio de uma coroa de filhos assombrados, e beija a sua primogĂȘnita, que ficou livre do demĂŽnio.

Os presentes estĂŁo todos num vozear e outros estĂŁo chegando para ver o prodĂ­gio. O curral estĂĄ cheio.

– Fica conosco, Senhor. A tarde está chegando. Permanece debaixo do meu teto.

– Homem, nós somos treze.

– Ainda que fĂŽsseis trezentos, nĂŁo faria mal. Eu sei o que queres dizer. Mas o Samuel, avarento e desonesto, morreu, Senhor. Foi-se embora tambĂ©m o meu demĂŽnio. Agora, aqui estĂĄ um novo Samuel. ContinuarĂĄ a ser o albergador. Mas como um santo. Vem, vem comigo, para que eu te honre como a um rei, como a um deus. Pois Tu o Ă©s. Oh! Bendito seja o sol de hoje que te trouxe a mim.

Anotação

Mencionou João Batista. Pois bem, eu estava com ele e foi ele quem nos indicou Jesus, que passava por ali, dizendo: «Eis o Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo.» » Quando Jesus desceu ao Jordão para ali ser batizado, os Céus abriram-se e uma voz clamou: «Eis o meu Filho amado, em quem me complaci», e o amor de Deus desceu na forma de uma pomba para resplandecer sobre a sua cabeça. Cf. EMV 45.

Estavam prestes a colocar um jovem de Naim na horrĂ­vel boca do tĂșmulo, quando Ele ordenou: «Digo-te: levanta-te!», e o jovem voltou Ă  vida. Naim nĂŁo fica no fim do mundo. Podem ir ver. Cf. EMV 189.

Conta-se então o milagre dos gerasenos. Cf. EMV 186 ou a palavra-chave «os possuídos de Gerasa».

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